30 de março de 2017

Outros dois macacos são achados com suspeita de febre amarela em Salvador

Os macacos foram resgatados na Avenida Vasco da Gama e no Parque da Cidade, no Itaigara; um deles estava morto.

Dois macacos com indícios de contaminação pelo vírus da febre amarela foram resgatados na manhã desta quinta-feira (30/3) na Avenida Vasco da Gama e no Parque da Cidade, no Itaigara, em Salvador. Os animais foram resgatados pelo Grupo Especial de Proteção Ambiental (Gepa) da Guarda Civil Municipal de Salvador (GCM). O macaco encontrado na Vasco da Gama estava morto.

 

Quatro animais já tiveram a presença do vírus confirmado nos bairros de Ilha Amarela, Vila Laura, Paripe e Itaigara. Depois da confirmação dos casos, as Secretarias Estadual e Municipal da Saúde (Sesab e SMS, respectivamente), anunciaram, na quarta-feira (29), a liberação de 400 mil doses extras da vacina contra a doença.

 

A medida, que tem como objetivo, imunizar quem ainda não tem as duas doses registradas no cartão de vacinação, foi adiantada com exclusividade pela Coluna Satélite do CORREIO, também nesta quarta.

 

Desde o início do mês, o órgão já capturou 32 macacos, todos da espécie Mico do Tufo Branco, animal comum na capital baiana.

 

Macacos mortos


O primeiro caso confirmado de morte de macaco por febre amarela foi na zona rural de Alagoinhas, a 120 km da capital baiana. Com a confirmação, a Sesab intensificou as ações de controle do vírus no município, liberando 100 mil doses extras de vacina.

 

A apreensão dos animais faz parte de uma ação conjunta de combate à febre amarela que envolve órgãos públicos das esferas municipal e estadual, como Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/Ibama).

 

A Secretaria destaca que os macacos não transmitem a doença, e sim o mosquito Aedes aegypti.

 

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